O Brasil ocupa a 71ª posição na classificação mundial de liberdade de imprensa, elaborada pela organização Repórteres Sem Fronteiras. Em 2008, o País era 82º da lista, que tem 175 posições. A edição de 2009, divulgada neste mês, destaca o "efeito Obama", que fez os Estados Unidos subirem da 40ª para a 20ª posição. A lista é elaborada a partir de questionários respondidos por jornalistas e especialistas em mídia e considerou as violações contra a liberdade de imprensa cometidas entre setembro de 2008 e agosto de 2009. Dinamarca, Finlândia e Irlanda são as primeiras colocadas no ranking. No entanto, de acordo com a Repórteres Sem Fronteiras, os países europeus vêm caindo na classificação ao longo dos anos.
Estudo retrata a radiodifusão
A presença da televisão nos lares brasileiros chega a 94,8%, porcentagem maior que a de geladeiras, que é de 91,4%. Em números absolutos, a quantidade de aparelhos televisivos alcança 53,4 milhões de domicílios no País. Os aparelhos de rádio estão presentes em 88,1% das casas. Somados, os dois meios chegam a 56,3 milhões de habitações.
A Fenaert, Federação Nacional das Emissoras de Rádio e Televisão, realizará em 18 de novembro um seminário, reunindo os advogados os sindicatos associados, para abrir o debate sobre a atual lei dos radialistas e a regulamentação
A Abert divulgou nota esclarecendo as posições da entidade sobre a digitalização do rádio no Brasil em que declara que não faz "qualquer apologia a sistema ou padrão". Na nota, a Abert informa que o seu conselheiro Evandro Guimarães, na audiência pública realizada na Câmara dos Deputados, apenas lembrou que, de todos os meios de comunicação, apenas o rádio ainda não conta com definição de padrão que possibilite a migração digital e que isso gera uma natural ansiedade nos prestadores do serviço de radiodifusão sonora, em virtude do cenário altamente competitivo que se impõe com o advento das novas tecnologias e plataformas de distribuição de conteúdo.
O governo decidiu transferir para 14 a 17 de dezembro a realização da 1ª Conferência Nacional de Comunicação, Confecom. A justificativa para a transferência foi a compatibilização da agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a data da conferência.